quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A mentira tem pernas curtas!!


A servidora  da foto é como você. Sabe que a mentira tem pernas curtas. Tem certezas no coração, conhecimento dos fatos e sabe que a descapitalização do Funprevi irá continuar porque a infelizmente Lei 5300 (ex PL 1005) nada resolve para a população carioca nem aos seus funcionários.

Iremos apontar  mensalmente o aumento do "buraco" do Funprevi, fazendo o pinóquio nariz do Paes crescer ainda mais.

O Buracômetro Funprevi mostrará o definhar das nossas reservas além de apontar o desvio dos recursos da educação e da saúde.

Queremos agradecer aos vereadores que abdicaram das benesses da maquina da prefeitura e partilharam conosco a verdade única de que não existe capitalização na proposta aprovada.

São eles: Alexandre Cerruti (DEM), Andrea Gouvêa (PSDB), Carlo Caiado (DEM), Carlos Bolsonaro (PP), Dr. Carlos Eduardo (PSB), Dr. Edison da Creatinina (PV), Dr. Jorge Manaia (PDT), Eliomar Coelho (PSOL), Paulo Messina (PV), Paulo Pinheiro (PPS), Reimont (PT), Sonia Rabello (PV), Teresa Bergher  (PSDB) e Tio Carlos (DEM)

Nós e eles,  apontamos que necessitaríamos de tempo para um real dimensionamento do aporte de recursos e instrumentos legais para  uma previdência renovada   para o servidor público municipal.

Paes  e seus parceiros foram açodados, obscuros e propalam vitória. Será  igual a de Pirro.

Vamos lutar para manter nossos direitos e contamos com você!



Movimento Unificado em Defesa do Serviço Público Municipal - MUDSPM/RJ

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Grécia aprova medidas para cumprir metas fiscais



Foto: Reuters

Gregos decidiram nesta quarta-feira reduzir as pensões, taxar os trabalhadores de renda mais baixa e manter milhares de funcionários públicos em um período de reserva especial durante este ano

Por Agência Estado 
21 de Setembro de 2011 às 16:29
 
A Grécia decidiu nesta quarta-feira reduzir as pensões, taxar os trabalhadores de renda mais baixa e manter milhares de funcionários públicos em um período de reserva especial durante este ano. O objetivo é cumprir as metais fiscais estabelecidas para 2011 e 2012 e criar condições para o recebimento de novas parcelas de resgate financeiro.

Em um comunicado divulgado depois de uma reunião de gabinete que se estendeu por cerca de seis horas, o governo grego reafirmou seu comprometimento com as metas orçamentárias e assegurou que não irá abandonar a zona do euro.

O governo da Grécia tem sido pressionado por seus credores externos a promover cortes adicionais no orçamento da ordem de mais de 6 bilhões de euros pelos próximos dois anos para assegurar a liberação da próxima tranche de 8 bilhões de euros do resgate financeiro do país.

No comunicado, o governo informou que, como efeito imediato, retirará mais de 30.000 servidores da folha de pagamento do setor público. Esses trabalhadores serão deixados em um período de reserva no qual receberão 60% do salário por um ano. Após o período de reserva, esses servidores poderão ser dispensados se não houver trabalho para eles no setor público.

Ao mesmo tempo, o governo reduziu de 8 mil euros para 5 mil o piso para a declaração de imposto de renda, o que deve afetar trabalhadores de baixa renda e profissionais liberais. Medidas adicionais incluem redução nos pagamentos das aposentadorias de valor mais elevado.

Fonte: Brasil 247

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Um outro enfoque sobre a crise da Previdência no Rio de Janeiro

Por Alberto Balassiano*

Em julho de 2010 fomos surpreendidos com o envio pelo poder executivo municipal do PLC-41 para a câmara dos vereadores, para ser votado em regime de urgência.  Este projeto, em linhas gerais, mudava as regras para os novos servidores públicos, acabando com a paridade e integralidade, reduziam as pensões, entre outros direitos já consagrados.  Este projeto, após uma mobilização dos servidores junto ao legislativo municipal, foi retirado do regime de urgência, e até agora não foi colocado em votação. Naquele momento o que nos chamou atenção foi que o Município do Rio de Janeiro estava realizando uma contratação de operação de crédito externo, junto ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento – BIRD, no valor de até US$ 1,045,000,000.00 (Um bilhão e quarenta e cinco milhões de dólares dos Estados Unidos da América), destinada a financiar o “Projeto de Política de Desenvolvimento do Município do Rio de Janeiro”.

Agora neste ano fomos novamente surpreendidos por um projeto de capitalização do fundo de previdência dos servidores municipais - FUNPREVI, o PL 1.005/2011, enviado pelo executivo municipal para ser votado em regime de urgência.  De acordo com o executivo o fundo estaria quebrado e necessitando de uma injeção de recursos, pois caso contrário os servidores estariam seriamente ameaçados de não receberem mais as suas aposentadorias dentro de no máximo uns cinco ou seis anos.  Este projeto já foi exaustivamente criticado pelos servidores e por vários membros do legislativo, pois existe uma unanimidade que esta capitalização não resolve definitivamente esta questão, e portanto estaríamos novamente às voltas com este problema bem antes do que gostaríamos.  Sem contar que esta capitalização se utiliza de recursos bastante duvidosos, como recursos do pré-sal que a prefeitura ainda não recebe, e terrenos e prédios que em sua maioria estão com várias pendências de regularização, entre outros.

De qualquer maneira, estes dois projetos de lei fazem parte de uma série de exigências do BIRD para a liberação deste empréstimo, onde se destaca também a transferência da gestão dos serviços públicos para organizações sociais, conforme Contrato de Empréstimo, um documento de 33 páginas que foi redigido pelo banco e traduzido por uma Tradutora Pública Juramentada.

Ora, mas porque o prefeito da Cidade do Rio de Janeiro, uma das cidades mais importantes do país foi buscar um empréstimo externo.  Conforme suas próprias palavras, em reunião recente com o Movimento Unificado dos Servidores, este empréstimo possibilitou uma redução bastante substancial nos juros que o município do Rio de Janeiro paga a união, e com isso sobrariam mais recursos para os investimentos necessários para a cidade.  Esta política do Governo federal de “apertar” os Municípios e Estados da federação, não repassando os recursos para os investimentos necessários, tem como principal motivo a necessidade da formação do tal Superávit Primário, que é o recurso destinado ao pagamento de juros da dívida interna, isto é, o dinheiro que é transferido para os bancos nacionais e estrangeiros que adquirem os papéis do governo.

Para se ter uma ideia dos fantásticos recursos que são esterilizados nesta ciranda financeira, que poderiam ser empregados na saúde, educação, e nos serviços públicos de uma maneira geral, reproduzimos abaixo alguns dados que ilustram esta situação.

“O governo federal gastou R$ 100,63 bilhões com juros no primeiro semestre, um aumento de 46% em relação ao mesmo período do ano passado, conforme o relatório de política fiscal do BC, divulgado no dia 29 de Julho”.

“Além dos juros, as amortizações da dívida federal atingiram R$ 194,44 bilhões, um aumento de 7% em relação ao primeiro semestre de 2010 (Resultado do Tesouro Nacional, Vol. 17, Nº 6, Tabela A4 – Execução Financeira, julho/2011)”.

“Assim, em dinheiro (isto é, sem contar a rolagem ou refinanciamento da dívida), somando juros e amortizações, o governo federal passou aos bancos, em seis meses, R$ 294.511.584.199,32 (294 bilhões, 511 milhões, 584 mil, 199 reais e 32 centavos). Essa quantia é nove vezes o que, no mesmo período, foi despendido com a Saúde (R$ 32.416.877.858,44), excluído o pagamento de restos do orçamento de anos anteriores. Quatorze vezes o dispêndio com a Educação (R$ 20.927.531.530,63). Vinte e cinco vezes a despesa, no mesmo período, de toda a Defesa Nacional (R$ 11.761.510.597,65). Duas mil novecentas e quarenta e três vezes o que se gastou em Saneamento (R$ 100.044.516,44). Vinte e quatro mil novecentas e oito vezes o gasto orçamentário com Habitação (R$ 11.823.598,72)”.

Portanto, conforme mostrado acima, o Prefeito Eduardo Paes está voltando suas baterias para o lado errado, pois os recursos necessários para os investimentos estão mais pertos do que se poderia imaginar, e acabaríamos com este falso dilema, ou realizamos investimentos na cidade ou mantemos um serviço público de qualidade, pagando bem os servidores e garantindo que os recursos para as aposentadorias estarão sempre garantidos.  Este caminho, à primeira vista, pode não ser o mais cômodo para o prefeito, mas com certeza ele contará com os servidores do município e com a população da cidade para estar ao seu lado nesta grande empreitada.  Portanto, nossa palavra de ordem para o prefeito é:

Acredite nos servidores públicos da cidade do Rio de Janeiro!!

Acredite na prestação de um serviço público de qualidade!!

Acredite na capacidade de mobilização da população de nossa cidade!!

* Engenheiro e Servidor Público Municipal

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Sob protestos, fundo para previdência passa no Rio

Segue informe sobre a votação extraído do jornal valor econômico. Segue ainda o resultado oficial da votação que aprovou por 32 a 14 o projeto de desmonte do Previ-Rio/FUNPREVI. Em breve o MUDSPM vai divulgar sua nota oficial sobre a votação do PL 1005 ontem na Câmara.

Sob protestos, fundo para previdência passa no Rio

Com pressa de organizar o orçamento da Prefeitura do Rio para cumprir suas promessas olímpicas, principalmente depois de receber um empréstimo de R$ 2 bilhões do Banco Mundial (Bird), o prefeito Eduardo Paes (PMDB) pôs pressão na Câmara dos Vereadores e aprovou ontem, em primeira e segunda discussão num único dia, o projeto de lei que promete capitalizar o fundo de previdência do funcionalismo público e evitar que a prefeitura tenha que dispender dinheiro extra para pagar aposentados.

O projeto 1005/2011 chegou à Câmara em 1º de agosto e, 43 dias depois, já estava em votação, depois de tramitar em regime de urgência. A pressa foi tanta que até os próprios servidores, que podem ser beneficiados, se assustaram e encheram as galerias da casa. Foram tantos que o presidente, vereador Jorge Felippe (PMDB), chamou a Polícia Militar e mandou trancar as portas.

Os vereadores de oposição já davam, desde cedo, a derrota como certa. "Isto não tem jeito, quando eles querem bagunçam o regimento e aprovam tudo", afirma a vereadora Andrea Gouvêa Vieira (PSDB). "Não nos foi apresentado o tamanho do rombo. Pedimos uma avaliação do Tribunal de Contas que duraria dois meses, nem este prazo respeitaram", diz o vereador Paulo Pinheiro (PPS).

O governo também levou para o plenário Ariane Di Iorio, a presidente do Previ-Rio, autarquia que administra o fundo, procuradores e técnicos do município. Durante o debate, parlamentares da base conversavam e tiravam dúvidas sobre o projeto.

Ex-procuradora do município, a vereadora Sônia Rabello (PV) diz que o projeto tem ilegalidades, entre elas o repasse de bens que são do Previ-Rio e que já foram utilizados como pagamentos de dívidas da prefeitura com os servidores.
Até 2001, a previdência do funcionalismo era paga pelo Tesouro municipal. Naquele ano, o então prefeito Cesar Maia, com base na regulamentação do sistema previdenciário complementar para os servidores públicos, criou o Funprevi. O fundo passaria a pagar os servidores que se aposentassem a partir daquele ano e seria capitalizado por duas contribuições: a patronal de 22% e a dos funcionários de 11%.

O problema começou quando, dois anos depois, o próprio Cesar Maia resolveu incluir no fundo todos os aposentados a partir de 1998, por decreto. Segundo o líder do governo na Câmara, Adilson Pires (PT), além disso, o então prefeito também deixou de pagar contribuição de 22% por um ano e meio. Cesar Maia diz que as afirmações são mentirosas e que no primeiro ano o fundo tinha em caixa R$ 1 bilhão e, em 2008, R$ 2 bilhões.

"O projeto quita todas as dívidas do município, como se tivesse pago com seu próprio dinheiro", reclama a vereadora Sonia Rabello (PV). Mas Sônia explica que a capitalização se dá com repasses de terrenos do Previ-Rio para a Funprevi, repasses dos royalties a partir de 2015 (ano em que Paes não estará mais na prefeitura, mesmo que reeleito), além de não corrigir o erro de 2012.

A prefeitura alega que fará, durante 35 anos, repasse de cerca de R$ 900 milhões anuais. "Este dinheiro já vem hoje e é usado para cobrir o rombo. Eles tiram do Fundeb. Não haverá repasse novo", afirma Andrea Vieira. O projeto prevê que a prefeitura se necessário lance mão da verba para educação e saúde, para pagar os aposentados do setor.

Fonte: jornal Valor Econômico

terça-feira, 13 de setembro de 2011

CONVOCAÇÃO

 
O Movimento Unificado informa que o PL 1005 está na ordem do dia para ser votado hoje, 13 de setembro, na Câmara Municipal. O atual governo tem maioria esmagadora no legislativo, mas até hoje não conseguiu, e o termo é este NÃO CONSEGUIU aprovar seu projeto de desmonte para o Previ-Rio/FUNPREVI. A mobilização histórica e crescente dos servidores do Rio tem feito toda diferença. A participação de cada um(a) é fundamental. 

GRANDE ATO UNIFICADO DOS SERVIDORES DO RIO CONTRA O PROJETO DE DESCAPITALIZAÇÃO DO PREVI-RIO/FUNPREVI!!!
 
HOJE NA CINELÂNDIA A PARTIR DAS 13H. 
 
NÃO DEIXE DE COMPARECER!!!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Debate sobre o PL 1005

Hoje, 8 de setembro, de 18 às 19 horas teremos na Rádio Catedral 106,7 FM um debate ao vivo com os representantes do MUDSPM RJ Antônio Carlos Pinto Vieira (AFAERJ), Luiz Antonio Barreto (SINCAF) e Ulysses Silva (ASPREV-Rio), sobre o Pl 1005 que pretende promover mudanças drásticas no FUNPREVI.

Vamos acompanhar!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Convocação: Ato Unificado

O Movimento Unificado em Defesa do Serviço Publico Municipal convoca os servidores ativos, inativos e pensionistas vinculados ao regime próprio do município do Rio - Previ-Rio/FUNPREVI - a comparecer hoje no Ato Unificado contra o PL 1005. A concentração é partir das 13h, na Cinelândia em frente à Câmara Municipal.

Vamos derrotar as reformas do atual governo que corta direitos do servidor do Rio.

Vamos exigir das autoridades uma gestão transparente da nossa previdência e com os servidores no comando.

Movimento Unificado em Defesa do Serviço Público Municipal.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O futuro do seu, do meu, do nosso... e do servidor


Texto encaminhado aos servidores pela vereadora Andrea Gouvêa Vieira.

Nos últimos 20 dias, a Câmara Municipal tem tratado, exclusivamente, da capitalização do Funprevi, o Fundo de Previdência dos Servidores Municipais. O Fundo está no vermelho e pode quebrar em breve. Daí a necessidade de repassar recursos para garantir o pagamento das aposentadorias e pensões. A Prefeitura propõe medidas no Projeto de Lei 1005.

Esta questão não é apenas de interesse de servidores. É dinheiro dos nossos impostos, que pagam aos inativos e pensionistas e a todo o resto: Educação, Saúde, etc. Se as medidas não forem eficazes, daqui a pouco, precisaremos repassar mais recursos, para tapar o buraco das aposentadorias.

O assunto é técnico. Demanda tempo para compreensão e espaço para debate. A imprensa tem dado pouca atenção. É preciso ter certeza de que as medidas vão realmente capitalizar o Fundo para tranqüilizar não só os servidores, mas todos os cidadãos.

O debate não começou como deveria. Foi prejudicado, pela má política. O ex-prefeito Cesar Maia, o grande responsável pelo buraco do Fundo, se arvorou em defensor dos servidores, quando, na verdade, foi o seu algoz: não repassou recursos, em 2004 e parte de 2005; não determinou que os órgãos municipais quitassem suas dívidas com o Funprevi; brigou (e perdeu) na Justiça contra a obrigação do Tesouro em pagar a cota patronal referente aos servidores da Câmara Municipal e do Tribunal de Contas e, o pior, aumentou a despesa do Funprevi, ao determinar que o Fundo arcasse com aposentados entre 1998 e 2001 – período anterior à sua criação. Segundo o Tribunal de Contas, esse buraco chegava a R$ 1 bilhão no ano passado (sem correção).

Longe da Prefeitura, com a má fé de sempre e de olho no seu futuro, Cesar Maia bate na tecla de que o prefeito Eduardo Paes é o responsável pela falência do Fundo. Não é verdade. O diagnóstico feito por Paes sobre o Funprevi está correto. O problema é o remédio que ele receitou, sem consultar o paciente e sem ter idéia se vai sobreviver ao tratamento.

A partir daí, erros. Propõe a transferência ao Funprevi de recursos obtidos com a alienação de terrenos do Previrio (autarquia gestora do Fundo, que possui recursos próprios para assistência social aos servidores), comprados com o dinheiro do servidor. A decisão de alienar os imóveis não foi submetida ao conselho que administra o PreviRio, embora qualquer decisão sobre o patrimônio do Previrio deve ser aprovada pelo conselho, formado por representantes do Governo e dos funcionários.

A prática de passar por cima da lei, muito utilizada pelo ex-prefeito, é repetida pelo atual. Os servidores, que antes eram tutelados pelo prefeito “bonzinho, assistencialista, pai de todos”, agora são pelo prefeito que ignora regras básicas de boa gerência de pessoal: só no último minuto do segundo tempo, diante do movimento dos servidores contra o projeto, se dispôs a dar 15 dias para que entendessem a proposta. Ainda assim, não respondeu totalmente à lista de indagações feitas pelos representantes dos servidores. E voltou com o regime de urgência na votação.

Se a proposta está recheada de erros, seu conteúdo gera mais dúvidas do que respostas. O Tribunal de Contas do Município disse que precisa de pelo menos dois meses para avaliar as informações agora disponibilizadas: cálculo atuarial e impacto das medidas propostas para a capitalização.

O cálculo atuarial, que deixou de ser feito anualmente no governo Cesar Maia, foi produzido agora pelo único atuário da Prefeitura. Diante da gravidade do assunto, a Prefeitura deveria ter contratado auditoria externa. O que a Prefeitura mais faz é contratar empresas externas para tudo. Nesse caso, resolveu economizar.

*O estudo do Previrio mostra um déficit atuarial de R$ 22 bilhões em 31/12/2010, que a Prefeitura pretende resolver com as seguintes propostas:*

*1* - entregar ao Funprevi, a partir de 2015 (por que não já?), parte da receita com royalties do petróleo (limitada a R$ 200 milhões/ano), sem garantia diante do impasse da votação ao veto presidencial ao artigo 64 da nova lei do petróleo (Lei Federal 12.351);

*2* - repassar ao Funprevi o patrimônio imobiliário do Previrio, avaliado pela Prefeitura em R$ 1,2 bilhão, mas registrado na contabilidade em R$ 274 milhões. Tais imóveis ainda não têm a situação fundiária totalmente equacionada;

*3* - repassar ao Funprevi, a partir de 2017, os recursos auferidos pelo Previrio com a amortização dos empréstimos imobiliários concedidos aos servidores, o que significa acabar com o programa da casa própria do servidor por falta de recursos. Ao contrário de empregados regidos pela CLT, servidores municipais não têm FGTS.

*4* - repassar ao Funprevi, em 35 anos, R$ 18 bilhões (valor atual) como contribuição patronal suplementar. Este é o maior problema do projeto: não há, de imediato, dinheiro novo a mais para o Funprevi. A Prefeitura vai apenas transferir ao Fundo os recursos que já gasta com os aposentados de sua responsabilidade. Essa transferência – que vai entrar e sair do Fundo imediatamente – será batizada de “contribuição patronal suplementar”, como se fosse capital para futuras aposentadorias. E não é, mas apenas camuflagem do uso indevido do dinheiro carimbado para a Educação com pagamento de inativos. Este dinheiro deixará de ir para a sala de aula. Além de imoral, a proposta fere o artigo 212 da Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação. A mesma coisa será feita na Saúde.

Com as poucas informações passadas pela Prefeitura, erradas e sem transparência, não há segurança para votar o projeto. Inconsistente, o plano de salvação não garante nada. Prevê déficits financeiros de quase R$ 4 bilhões, entre 2011 e... 2020! Previsão do próprio governo indica que os recursos se esgotarão precisamente em 2015. Para cobrir este furo, os terrenos terão que ser vendidos a toque de caixa, o que jogará o valor para baixo, comprometendo também o equilíbrio atuarial. Sem considerar a venda dos terrenos, a necessidade extra de caixa até 2020 será de R$ 2,2 bilhões equivalente ao rombo deixado pelo ex-prefeito em valores corrigidos.

Apesar de ser o dono do dinheiro, o cidadão carioca não acompanha este debate, que nos últimos dias ganhou novos contornos. O Movimento Unificado em Defesa do Serviço Público Municipal tem ocupado as galerias da Câmara para pressionar vereadores contra a aprovação do projeto. Em contrapartida, três associações de servidores saíram em defesa da proposta: a associação dos procuradores do município, a associação dos analistas de planejamento e orçamento e a associação dos funcionários do Tribunal de Contas. Pessoal de peso, a elite do funcionalismo.

Durante o mandato de Cesar Maia, não se ouviu um pio, um só protesto de nenhuma das três associações, que agora apóiam as propostas. Pelo contrário, calavam nas audiências públicas, quando o problema era levantado. E olha que tudo começou com um parecer do então Procurador Geral do Município, que, a pedido do então prefeito, mudou a data de corte nas responsabilidades do pagamento das aposentadorias, contrariando a lei.

No calor do debate, dedos apontados, informação e contrainformação. Uma delas atribui o apoio ao projeto a negociações de melhoria salariais, em dois casos: os procuradores passariam a receber honorários de sucumbência, hoje depositados num fundo público da PGM; os Analistas de Planejamento e Orçamento seriam equiparados aos fiscais de tributos. Prefiro não acreditar. No caso dos funcionários do TCM, não sabemos em que se baseia o apoio, já que os técnicos do Tribunal levarão até dois meses para analisar a proposta.

Os vereadores vêm sendo pressionados pelo governo. Mas, até agora, das cinco comissões que devem dar parecer ao projeto, apenas a dos servidores públicos se manifestou favoravelmente (inacreditável!). Há um impasse na Comissão de Justiça e Redação; e a tendência é de parecer contrario nas comissões de Orçamento, Saúde e Educação.

No regime de urgência, o prazo para votação se esgota em 13 de outubro. Mas o governo faz de tudo para acabar logo com o incômodo movimento dos servidores. Afinal, ano que vem tem eleição...

Um abraço,

Andrea Gouvêa Vieira

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Previdência, Servidores e Políticos: diálogo impossível?

Por: Vereadora Sônia Rabelo

Na Câmara Municipal do Rio acontece o inimaginável: o prefeito envia ao legislativo um projeto de lei, cuja pretensão seria a “capitalização” do fundo previdenciário dos funcionários-servidores e, estes, os servidores-beneficiários, se posicionam contra o referido projeto! Isto é plausível, ou há algo a mais nesse suposto “céu de brigadeiro” ?

Essa situação é semelhante àquela de alguém que quer dar para outrem algum dinheiro, e o recebedor se recusar dizendo: não, deixa pra lá, não quero não...

A suposição de que uma enorme massa de funcionários municipais, todos diretamente interessados no assunto, esteja tão enganada sobre os seus direitos, não é plausível!   Também não é plausível que o executivo, ciosíssimo de proteger o futuro dos funcionários, tenha a máxima urgência em aprovar um projeto, que os beneficia, mas que “eles não entendem”!

Os funcionários-servidores estão na mão dos vereadores

Em reunião informal ocorrida ontem na Câmara, com a presença do presidente do Tribunal de Contas do Município e do secretário Guaraná, como representante do prefeito, alguns pontos me pareceram fundamentais:

O primeiro apresenta, como justificativa central do projeto, o empenho em evitar a “falência” da conta gestora dos recursos da previdência dos funcionários-servidores (conta chamada de FUNPREVI, alocada dentro do PREVIRIO).

Alega a chefia do executivo municipal que a situação de insolvência da conta previdenciária colocaria o governo municipal diante de uma escolha de Sofia: pagaria os direitos dos aposentados e pensionistas com dinheiro do Tesouro, cortando investimentos e serviços públicos, ou cortaria os direitos dos antigos funcionários, continuando com os investimentos na cidade?

Seria falso este dilema?

Afinal, serviços essenciais prestados pelo município hoje, tais como educação, saúde, conservação e fiscalização na cidade, são feitos por aqueles que se aposentarão amanhã; assim como os aposentados foram aqueles que serviram à cidade e aos cidadãos ontem.

Para curar um mal, é preciso tratar suas causas, e não seus sintomas

Na Câmara, 10% dos vereadores são médicos. Eles sabem que o excesso de antibióticos faz com que o organismo se torne resistente a eles e, no final, o remédio perde sua eficácia. Para as curas eficazes é preciso, considerar os sintomas para chegar ao principal, ou seja, às causas, e nelas operar com proficiência, para se alcançar eficiência.

A proposta do PL 1005, que estaria “capitalizando” a conta previdenciária dos funcionários-servidores do Município, é como um antibiótico não específico. É administrado considerando os sintomas sem chegar às causas da doença, e nunca será suficiente para combater as bactérias que consomem as entranhas da administração desses recursos.

Por isso, os funcionários-servidores, pacientes, e que já viram este filme antes com outros “doutores”, não aceitam mais esse tratamento, que sabem ineficaz. Intuitivos, querem uma medicação de eficácia comprovada, que lhes é, por direito, devida.

Senão vejamos:

1. Por que um instituto previdenciário solvente como o PreviRio/Funprevi, que nasceu há menos de 30 anos, sem passivo, teria se tornado insolvente?

Resposta: pela sua contínua gestão irregular, pela falta de pagamento dos recolhimentos devidos pelo Tesouro (explicitamente confirmadas pelo Tribunal de Contas), e pelo uso político de seus recursos.

2. Então, para que a conta de previdência do Município seja solvente, o que pode fazer um bom governante?

Resposta:

a) Medidas efetivas para que os erros do passado não se repitam

b) Pagar suas dívidas

c) Estabelecer medidas de segurança para que sua cota seja sempre paga no futuro

3. E como se faz para que não se cometa erros de gestão, e não se caia na tentação de usar dinheiro da previdência para fins de governo?

Estruturando-se a gestão do caixa previdenciário com instrumentos de administração, gestão, controle e fiscalização com autonomia do governo!

4. E como se pagam as dívidas passadas?

Primeiro, fazendo a conta com o credor, isto é, com os funcionários-servidores. Conta unilateral não é conta, é bilhete vermelho. Segundo, combinando com aquele a quem se deve a forma e os prazos de pagamento.

5. E como fazer para garantir que os pagamentos futuros sejam feitos?

Ah, isto já é mais complicado. O Tribunal de Contas do Município afirmou que, em seu relatório, deixou claro que havia dívidas do administrador para com a previdência dos funcionários-servidores, mas que, mesmo assim, a Câmara aprovou as contas do governante, liberando-o de suas responsabilidades.

Então, voltamos aos responsáveis finais, capazes, ou não, de alterar esta situação: nós, os vereadores, que aprovamos as contas dos prefeitos, e podemos, agora, exigir que se apresente não só um plano de capitalização de previdência para os servidores, mas um plano de gestão que previna a contínua e conhecida malversação desses recursos.

6. Por que um projeto de lei consistente é fundamental?

Primeiro, por uma postura ideológica, e de fidelidade aos compromissos do governante com os serviços públicos permanentes e contínuos, cuja prestação – feita por funcionários-servidores efetivos, de carreira, remunerados decentemente – é essencial para lhes garantir independência para servirem aos interesses do Estado, do público e da sociedade, e não às circunstâncias efêmeras de cada governante que chega, mas passa.

Segundo, para que não aconteça, o de sempre. Que os fundos previdenciários solventes sejam o caixa de retirada dos governantes insaciáveis, que dele se servem, sem qualquer cerimônia, porque nomeiam e comandam os seus dirigentes e conselhos gestores.

Sem isto, qualquer plano de pretensa solvência não solverá, mas servirá de trampolim para daqui a pouquíssimos anos esses mesmos governantes dizerem, como anunciado: Fizemos todo o possível, mas não conseguimos solver o insolvível. Agora, temos de alterar os direitos dos servidores, pois não podemos tirar dinheiro dos serviços públicos ativos...

Discurso este que já fazem agora, para aprovar um projeto de lei que não se preocupa nem com causas, muito menos com os efeitos que delas decorrem!

Um plano para “inglês” ver.

Publicado no blo da Vereadora Sônia Rabelo em 31/08/2011

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Alerta aos Servidores

Fonte: Jornal O Dia - 31/08/2011

MOBILIZAÇÃO CONTRA O PL 1005

Parabéns aos servidores ativos, inativos e pensionistas do Município do Rio por sua  coesão e mobilização. Ontem a Cinelândia teve que acomodar cerca de 1500 pessoas que estavam em frente a Câmara Municipal cobrando das autoridades uma proposta clara e eficaz de recuperação da nossa previdência. Estão todos cada vez mais convencidos que o PL 1005, ao contrário do que anuncia, só intensifica o processo de degradação e precarização do Previ-Rio e do FUNPREVI e por isso mereceu ontem, diante dos vereadores, um rotundo NÃO. As lideranças dos servidores,  foram recebidas pelo presidente da Câmara, vereador Jorge Felippe, que afirmou ser a favor de que o projeto seja discutido, mas não ter a prerrogativa de retirar a urgência do PL nem impedir sua votação no curto prazo. 

Segundo informe do jornal O Dia, o presidente do TCM afirmou, em reunião ontem com os vereadores, não ser possível avaliar o projeto em menos de dois meses.

Esta afirmação do TCM é positiva porque comprova que o PL traz mais insegurança do que garantias aos que, minimamente, se debruçam sobre ele.

Hoje as comissões de mérito que analisam o projeto se reunirão às 13h para darem o parecer em conjunto sobre o PL. Temos a garantia de três pareceres negativos das quatro comissões envolvidas. As lideranças estão trabalhando para garantir o quarto voto contrário, da comissão de Administração e Assuntos Ligados ao Servidor Público composto por Renato Moura - PTC, Tânia Bastos - PRB e João Mendes de Jesus - PRB. Quatro pareceres contrários invalidam o PL 1005.

Dados os pareceres nas comissões, mesmo com um parecer positivo apenas, o projeto vai direto pro plenário. Em plenário, o servidor vai ter que disputar na pressão da mobilização cada voto dos vereadores. Vai ser preciso abarrotar a CMRJ. A data provável pra isso é amanhã, quinta-feira - 1º de setembro a partir das 14h.

Esteja preparado!!!!

Acompanhe a ordem do dia na Câmara clicando aqui
Os e-mails dos vereadores da comissão de assuntos ligados ao servidor são: joaomendesdejesus@camara.rj.gov.br; renato.moura@camara.rj.gov.br; vereadorataniabastos@camara.rj.gov.br

PARTICIPE! SUA AÇÃO FAZ TODA A DIFERENÇA!!

Atenciosamente,
ASPREV/Diretoria

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Convocação - ato unificado

O movimento Unificado em Defesa do Serviço Publico Municipal convoca os servidores ativos, inativos e pensionistas vinculados ao regime próprio do município do Rio - Previ-Rio/FUNPREVI - a comparecer no Ato Unificado contra o PL 1005 e contra o PLC 41. A concentração é na próxima terça-feira, dia 30, partir das 14h, na Cinelândia em frente à Câmara Municipal.

Vamos derrotar as reformas do atual governo que corta direitos do servidor do Rio.

Vamos exigir das autoridades uma gestão transparente da nossa previdência e com os servidores no comando.

Movimento Unificado em Defesa do Serviço Público Municipal.

Projeto de Lei 1005/2011 - Prefeito volta a solicitar tramitação em regime de urgência.

Colegas, o momento é grave!

Mais do que nunca, o futuro das nossas aposentadorias e pensões depende de nossa mobilização e a batalha agora é na Câmara Municipal.

O Movimento Unificado dos Servidores Municipais tem denunciado desde a publicação do PL1005 que este projeto de 'capitalização do FUNPREVI' é claro quando anistia a dívida de mais de R$ 1.500.000.000,00 do Tesouro com a previdência; compromete verbas carimbadas do orçamento da Educação e da Saúde, mas passa longe de uma solução efetiva contra a quebra do FUNPREVI no curto prazo.

Fizemos muitos estudos sobre o projeto, inclusive com consultoria especializada; passamos por muita discussão com vereadores, Tribunal de Contas, representantes do governo. Uma certeza prevaleceu: o PL1005 não garante o custeio das nossas aposentadorias e pensões. Solicitamos ao governo Paes informações que nos provassem o contrário, a resposta dada até agora foi a retomada do regime de urgência no PL. Sendo assim o projeto 1005 poderá ser votado na Câmara já na terça-feira sem nenhuma discussão.

NÃO É ESTE O PLANO DE CAPITALIZAÇÃO QUE QUEREMOS!!! O PL 1005 PRECISA SER DERROTADO!!!

Estamos elaborando uma estratégia de mobilização que divulgaremos em instantes.

ESTAMOS UNIDOS, FAÇA PARTE DESTE MOVIMENTO!!!

Movimento Unificado em Defesa do Serviço Público Municipal.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

REUNIÃO DO MUDSPM COM REPRESENTANTES DO GOVERNO PAES SOBRE O PL1005

O Movimento Unificado se reuniu no dia 18/08 com o Secretário da Casa Civil que estava acompanhado da Presidente, chefe de gabinete e atuário do Previ-Rio. Iniciamos as conversas registrando que a documentação solicitada no encontro anterior - memória de cálculo do déficit previdenciário de 2011 apresentado na avaliação atuarial; plano de custeio das despesas do FUNPREVI considerando as receitas previstas no PL e a discriminação das dívidas existentes entre o FUNPREVI, PREVIRIO e Município citadas no PL - não foi disponibilizada aos servidores até o início da reunião.

Os representantes do Movimento foram acompanhados e assistidos tecnicamente por um atuário de notório saber em ciências atuariais e reconhecida experiência em planejamento previdenciário. O consultor do Movimento, que estudou o PL e a avaliação atuarial que lhe deu subsídios, diagnosticou falhas e formulou alguns questionamentos que não foram satisfatoriamente esclarecidos pelos técnicos do governo presentes.

O segundo segmento do debate girou em torno da discussão sobre o PL1005 enquanto solução para o problema da saúde financeira do FUNPREVI. Os representantes do governo não conseguiram provar que os aportes de recursos previstos no PL1005 evitam a quebra do FUNPREVI no curto prazo (2 ou 3 anos), já que desde janeiro, ou seja, antes da devida autorização legal, o Município do Rio vem executando a transferência de recursos pela fonte 265 (contribuição suplementar prevista no ainda não aprovado PL1005) e ainda assim as disponibilidades financeiras do FUNPREVI baixaram de R$ 1,806 bi em dez/2010 para 1,614 bi em jun/2011, ou seja, redução de R$ 192 milhões.

No final desta reunião, o Secretário se prontificou a responder todos os questionamentos mas pediu que eles fossem entregues por escrito até segunda-feira. O governo responderia as questões até quarta-feira. Ficou cancelada a reunião anteriormente marcada para sexta-feira (19/08) sem a garantia de um novo encontro pra tratar do assunto.

Diante do atual impasse sobre os pontos polêmicos do projeto, das dificuldades  em relação ao fluxo de informações e dos poucos avanços obtidos nas negociações, o movimento apresentará uma proposta ao governo nos próximos dias, que segundo nosso entendimento melhor atenda aos anseios dos servidores e expresse nossa posição definitiva sobre o PL 1005/2011.

Movimento Unificado em Defesa do Serviço Público Municipal/RJ

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Comunicado oficial do Movimento


Colega Servidor,

A primeira reunião do Secretário da Casa Civil Pedro Paulo e assessores  com os representantes do Movimento Unificado em Defesa do Serviço Público Municipal na segunda feira, demonstrou o que todos já  sabiam, as explicações apresentadas  não conseguiram responder o principal questionamento do funcionalismo:

Quem vai arcar com as nossas aposentadorias e pensões?

Hoje os recursos financeiros do FUNPREVI são insuficientes para pagamento das suas obrigações, utilizando da venda dos ativos do FUNDO (títulos do Tesouro) para cobrir as obrigações atuais, ou  seja, o déficit  do fluxo de caixa.  Nesta reunião a própria Prefeitura reconheceu que em 2014 os recursos terminarão.

A real situação fundiária dos imóveis a serem transferidos para o FUNPREVI, a contribuição suplementar que está saindo do orçamento da Saúde e Educação, o aporte financeiro imediato ao FUNPREVI, a quitação da dívida do Tesouro com o FUNDO, entre outros questionamentos continuam sem respostas.

A próxima reunião está agendada para sexta feira, dia 19 de agosto às 16 horas.

É vital que você permaneça atento aos nossos informes.

Continue mobilizado.

Movimento Unificado em Defesa do Serviço Público Municipal RJ

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Reunião com o Prefeito


Após a reunião do Prefeito com as lideranças dos servidores no Palácio da Cidade, o PL 1005 foi retirado do regime de urgência por 15 dias.


Já está marcada uma nova reunião com o secretário da Casa Civil, Pedro Paulo,  na semana que vem para dar continuidade ao debate.

Foi um passo importante mas o estado de mobilização continua.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Prefeito quer conversar sobre a reforma da previdência, mas não retira regime de urgência


Ontem foi mais um dia de mobilização na Câmara, um dia de importantes resultados. Nos reunimos com o vereador Adilson Pires, líder do governo na Câmara, que trouxe do prefeito o pedido de uma reunião com as lideranças dos servidores no Palácio da Cidade, amanhã (quinta-feira), pela manhã. Parece que o governo começa a mostrar respeito dizendo que quer conversar sobre o PL 1005. Continuamos atentos, porque a nossa principal reivindicação ainda não foi atendida, o projeto continua inexplicavelmente com regime de urgência, apesar dos pedidos nossos e de dezenas de vereadores.
Servidor(a), temos nos dedicado muito ao enfrentamento deste momento que é seguramente um dos mais temerários que já enfrentamos em matéria de garantia de direitos, continuaremos firmes e venceremos, mas o seu apoio com a mobilização é que nos encoraja e fortalece. Continue mandando e-mails para as autoridades, jornais, multiplicando nossos informativos eletrônicos e divulgando nosso blog. A hora exige o esforço de todos e todas.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Não mexa na minha aposentadoria!

A mobilização dos servidores continua e só com nossa atuação podemos corrigir os rumos da administração dos recursos do FunPrevi.

Hoje saberemos a posição do Prefeito Paes sobre a retirada da "urgência" da tramitação do PL 1005. Os servidores querem respostas ao relatório sobre o PL 1005 entregue aos vereadores na ultima terça feira. O numero de vereadores que assinaram o pedido de retirada deve aumentar se mostrarmos a nossa força.

Não mexa na minha aposentadoria! Contra o PL 1005 e 41.

Mande uma mensagem com este titulo e com o texto sugerido abaixo para o Prefeito, o Secretário da Casa Civil, de Fazenda e a todos os vereadores expondo a nossa indignação! Convoque também seus familiares e vizinhos.

"Senhor
Sou servidor municipal e peço seu apoio para que seja retirado o regime de urgência do PL 1005, que trata sobre o Plano de Capitalização do FUNPREVI.

Não podemos admitir que este assunto seja tratado sem discussão, afinal é o futuro de mais de 150.000 pessoas, chegando a UM MILHÃO de cidadãos, se contarmos com os nossos familiares.

Vamos juntos dizer não ao PL 1005 e ao PLC 41."


eduardopaes@pcrj.rj.gov.br; pedropaulo@pedropaulo.ecn.br; erocque.smf@pcrj.rj.gov.br; adilsonpires@camara.rj.gov.br; cerruti@camara.rj.gov.br; afreitas@camara.rj.gov.br; andréa.vieira@camara.rj.gov.br; argemiropimentel@camara.rj.gov.br; bencardino@camara.rj.gov.br; carlinhosmecanico@camara.rj.gov.br; caiado@carlocaiado.com.br; contato@carlosbolsonaro.com.br; chiquinho.brazao@camara.rj.gov.br; dr.carloseduardo@camara.rj.gov.br; dr.edisondacreatinina@camara.rj.gov.br; doutor@eduardomoura.com.br; fernandomoraes@camara.rj.gov.br; dr.gilberto@camara.rj.gov.br; doutorjairinho@camara.rj.gov.br; drjoaoricardo@camara.rj.gov.br; doutor@jorgemanaia.com.br; eiderdantas@camara.rj.gov.br; eliomar@camara.rj.gov.br; elton.babu@camara.rj.gov.br; israel.atleta@camara.rj.gov.br; ivanirdemello@camara.rj.gov.br; joaocabral@camara.rj.gov.br; joaomendesdejesus@camara.rj.gov.br; vereadorjorgebraz@camara.rj.gov.br; jorge.felippe@camara.rj.gov.br; jpereira@camara.rj.gov.br; jorge.silva@camara.rj.gov.br; jose.everaldo@camara.rj.gov.br; leonelbrizolaneto@camara.rj.gov.br; lcramos@camara.rj.gov.br; marceloarar@camara.rj.gov.br; marcelopiui@camara.rj.gov.br; nereide.pedregal@camara.rj.gov.br; patrícia.amorim@camara.rj.gov.br; messina@camara.rj.gov.br; paulopinheiro@camara.rj.gov.br; prof.uoston@camara.rj.gov.br; reimont@reimont.com.br; renato.moura@camara.rj.gov.br; robertomonteiro@camara.rj.gov.br; rosa.fernandes@camara.rj.gov.br; vereadorrubensandrade@gmail.com; sferraz@camara.rj.gov.br; contato@soniarabello.com.br; vereadorataniabastos@camara.rj.gov.br; teresa.bergher@camara.rj.gov.br; tiocarlos@camara.rj.gov.br; veralins@camara.rj.gov.br


Abaixo, fotos da galeria na terça feira e a entrega do dossiê ao Vereador João Cabral.

MOVIMENTO UNIFICADO EM DEFESA DO SERVIÇO PÚBLICO MUNICIPAL / RJ